


Quando morava na Noruega, a arquiteta Marta Pessôa usava um protetor feito de borracha para evitar que seus calçados ficassem encharcados com a chuva e a neve. Ao voltar para o Brasil, o acessório logo fez sucesso entre suas amigas, que queriam comprar algo parecido. Quando percebeu que não conseguia encontrá-lo em nenhuma loja do País, Marta decidiu investir na fabricação da versão brasileira do produto. Para ajudá-la na empreitada, chamou seu amigo Luiz Roberto Martinez, também formado em arquitetura, e criou uma empresa batizada de Garoa Brasil.
Juntos, eles desenvolveram protetores de sapatos feitos com dois tipos de materiais: borracha e neoprene, um composto sintético muito usado em roupas de mergulho e que tem como característica flexibilidade, resistência e elasticidade. A vantagem do neoprene é que ele permite que o protetor ganhe estampas, texturas e desenhos customizados. A maleabilidade das peças permite que vários modelos de sapatos sejam protegidos, com exceção daqueles conhecidos como “plataforma”.
Os protetores feitos pela Garoa Brasil estão separados em três categorias: Sport, para sapatos com solado baixo; Chanel, para os que possuem salto; e Bootie, único modelo que contém neoprene e usado em botas que, devido ao tamanho, exigem maior flexibilidade. Quando chegar às lojas, os protetores serão vendidos em tamanhos P, M e G, que servem para proteger sapatos com a numeração entre 34 até 41, e terão até 36 cores.
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